sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Dinheiro Eletrônico

A todo momento se ouve falar que o mundo e o país estão perdidos, não têm solução e que luz no fim do túnel está cada vez mais fraca.
Há solução, sim. Se o mundo está corrompido pelo dinheiro, acabemos com ele, ou melhor, acabemos com o dinheiro “cash”. Alguém já viu um guarda de trânsito ser subornado com cartão de crédito? E o político corrupto? Alguém já viu um com cartões-refeição escondidos na cueca? Traficantes de drogas fazem a pergunta se o cliente vai pagar com dinheiro ou cartão?
O mundo não é cheio de dificuldades, como se preconiza por aí. Existe apenas um único grande problema, o numerário, o dinheiro em espécie, que é o que causa um sem-número de males. Então, passemos a criar um meio para extinguir o “cash” e fazer com que toda a população use apenas o dito dinheiro de plástico.
A pergunta não é se isso vai acontecer um dia, mas quando acontecerá. O meio eletrônico já foi plenamente inventado, não estamos falando em ficção científica ou futurologia, apenas em políticas para melhorar consideravelmente a vida de todos. Estamos tão acostumados com este paradigma de indignidades, que não percebemos que existe uma solução rápida e simples para as iniqüidades do mundo.
Publiquei no Anexo do Bonowblog uma monografia defendendo a idéia de que isso é possível, lucrativo e inexorável do ponto de vista do avanço da tecnologia.
Vale a pena ler.
Boa leitura!

6 comentários:

kleverson disse...

Maravilha. Vou procurar divulgar. Vamos torcer e batalhar para que alguém influente e em condições abrace e invista nessa idéia.

Grande abraço

Cleverson

Luiz Bonow disse...

Você vai ver que não é tão simples assim quanto parece, Kleverson. Sou pessimista, acho que vamos demorar mais trinta, quarenta anos até que um número considerável de pessoas entenda o que você entendeu em poucos instantes: se houvesse vontade, em questão de dois anos poderíamos acabar com boa parte dos crimes do Brasil e do mundo.
A grande pergunta é: será que existe essa vontade por parte dos sonegadores de impostos, traficantes e políticos corruptos?
Um abraço.

kleverson disse...

Grande Luiz,

De fato acho que por volta de uma em cada mil pessoas tem vontade de resolver alguma coisa. Se dez em mil tivessem vontade já seria bom demais.
Para mim, "pecimista" é uma palavra muito forte. Existe um preço alto quando resolvemos batalhar, já que temos baixo retorno ou às vezes nenhum, mas até agora eu, pelo menos, não achei opção melhor de vida. Ficar parado tem um preço de consciência que para mim é mais alto ainda.

Em tempo, parabéns por apoiar a idéia que a parte de software do dinheiro eletrônico deve ser livre. Sou fanzoca do software livre e vou ver se divulgo em meio à respectiva comunidade.

Abração

P.S.: Meu nome é mesmo Cleverson. O K do apelido é porque não havia mais disponível com C.

Anônimo disse...

Realmente, fiqui tão fascinado com esse projeto, que até fiz uma cópia no Word para uma apreciação melhor. Vamos aguardar que alguém do governo possa moralizar, pois não ha como discordar que seria o maior avanço. Exceto se isso viesse em forma de Microchip implantado no corpo, pois haveria grande resistência dos interpretes da Bíblia, uma vez que se assemelharia ao códio da besta, Apocalipse 18. Até eu jamais aceitaria um implante em meu corpo. Mas em forma de cartão seria realmente um grande passo.

Luiz Bonow disse...

A questão do Microchip seria só para quem tivesse grana para pagar uma cirurgia de ambulatório.
Eu pessoalmente, se pudesse, adoraria andar por aí apenas com a roupa do corpo (sem bolsos) e com o monte de implantes para as necessidades do dia-a-dia, no melhor estilo "Inspetor Bugiganga".

blog do robson disse...

Kibom, por favor me passe seu email.

Também tive a mesma ideia. Complemento dizendo que é possivel e se todos atentarmos já vivemos essa era.

Cartões (de credito, de debito, etc). Através de uma sistema interligado saberiamos quem e onde se efetuou uma transação moentária.

Todas as empresas (desde um barraquinha de espeto até uma mega loja) seria cadastrada por meio do máquina de passar cartões, que teria um chip indicando sua localidade.

E para que isso possa ser eficaz: todos essas maquinas para concluirem a transação deveriam possuir identificador digital.

Fraudes, roubos e qualquer outra ação corrupta zero.