Gerador de Densidade Variável
Criei um gerador elétrico. Veja e tire suas próprias conclusões:
POLÍTICA, POLÍTICA INCORRETA, SENTIDO DA VIDA E OUTRAS IDÉIAS EM PÍLULAS.
Criei um gerador elétrico. Veja e tire suas próprias conclusões:
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Os bebês do sexo masculino nascem em uma proporção levemente maior do que os do sexo feminino, mas quando chegam à idade madura, existem mais mulheres do que homens, já que estes, além de possuírem um organismo mais frágil, se envolvem mais em brigas e acidentes de toda espécie.
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Depois das festas de ano novo cristão, judaico e chinês, desejo a todos os leitores um feliz Ano Novo Brasileiro: na primeira segunda-feira depois do carnaval, é que o ano realmente começa por aqui com toda a sua brasilidade.
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Passar por ele significava arriscar ser comido pelos dragões do mar que, para os marinheiros de então, viviam além desse ponto. Para passar o Bojador, portanto, era preciso vencer o medo do desconhecido.
E Taprobana, onde fica?
Camões falava que os lusíadas foram além, muito além de Taprobana.
Este é o nome antigo do Ceilão, que é o nome antigo do Sri-Lanka. Aquele ponto foi, depois do Bojador, considerado o local limítrofe, além do qual, viviam os dragões do mar (de novo os dragões???). Passar além dali significava arriscar cair pela borda da terra plana e ser devorado pelos monstros.
Onde se conseguem mudas de flor-de-lis?
A flor de lis era uma figura de heráldica (uma espécie de clip-art antigo) da monarquia francesa.
Não se sabe exatamente se a palavra tem a ver com um galicismo de lírio, ou uma corruptela de Luís. Ainda que exista uma flor que dá de bulbos, chamada flor-de-lis, não se tem a relação entre esta e o símbolo.
Quem foi Zebedeu?
Todo mundo sabe que o pai do filho do Zebedeu é o próprio Zebedeu, mas quem foi ele?
Conforme a Wikipédia:
“Zebedeu é um personagem bíblico do Novo Testamento, citado nos Evangelhos como sendo o pai de João e de Tiago (Mt 10:2).
Pelo que se depreende da leitura bíblica, Zebedeu seria um judeu próspero que tinha barcos de pesca e empregados a seu dispor.”
O que são mafagafos?
Mafagafo, do quebra-línguas: “Em um ninho de mafagafos haviam sete mafagafinhos;quem afagar mais mafagafinhos, bom afagador será.” é uma ave da família do tuiuiú que vive no território brasileiro.
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Como as empresas precisam sobreviver, normalmente são obrigadas a sonegar os impostos extorsivos, seja de forma direta, simplesmente evitando de diversas maneiras o aparecimento de caixa ou também subornando fiscais.
Assim, a ideia do aumento dos impostos muitas vezes não é a de produzir um melhor ambiente de negócios, financiar o aumento da economia nacional ou produzir um welfare State que redunde em um aumento de consumo e consequente aumento de produção em um círculo virtuoso, mas cumpre uma das funções escusas do Estado que é a de produzir desvios para os bolsos parasitários.
Paralelo a isso, ocorre uma grande carga extorsiva na questão das importações, que gera duas consequências; a primeira que é a do monopólio das empresas nacionais, elevando os preços pagos pelo consumidor no mercado interno, o que é uma outra forma de aumentar as taxas impositivas e a segunda que é a do incentivo ao contrabando e suas consequentes extorsões pelos órgãos policiais e por toda a cadeia de burocratas e políticos alimentada pelos achaques aos fora-da-lei.
Por fim, os hospedeiros só possuem valor para o Estado, enquanto geradores da riqueza que alimenta essa sequência de injustiças. No momento em que uma empresa começa a decair ou um indivíduo deixa de dispor de sua força de trabalho, é totalmente abandonado aos desmandos da sorte, como acontece, por exemplo, com pequenos agricultores carentes de financiamento e velhos aposentados largados como lixo nas filas de postos de saúde. O Estado torna párias todos aqueles que não contribuem para a máquina das extorsões.
Isso funcionaria indefinidamente dessa forma se não existisse um limite possível para o volume de saques, o que obriga a máquina pública a se adequar ao volume de capital produzido pela extorsão dos impostos.
Para melhor compreendermos esse fenômeno, temos a seguinte fórmula:
Dádivas do Estado
+ Custos Administrativos
+ Soma dos Butins
+ Custo da Incompetência Estatal
_________________________________
= Volume Total de Saques
Por “butins”, nos referimos a todo o capital que é desviado na forma de financiamento às funções escusas governamentais, citados anteriormente: corrupção, cabides de emprego, gabinetes-fantasma, etc.
Em um governo próximo ao ideal, que é impossível para o tempo em que vivemos, praticamente não ocorreriam butins, mas o avanço tecnológico e diversos instrumentos de controle possibilitariam uma minimização desse fator, bem como também uma redução considerável dos custos administrativos, uma vez que o tamanho do butim cresce com o tamanho da máquina administrativa.
Por incompetência estatal, nos referimos àquelas perdas que não são diretamente fruto de corrupção ou custos da máquina: viadutos inacabados, decisões erradas, maus investimentos bancários, etc.
Esse é o motivo porque, quando falamos na constituição de um Estado ideal, aqui voltamos à dicotomia do pensamento clássico liberal entre os valores sociais e os valores de proprietários, ou falando em expressões atualizadas, é dada uma ênfase que paira entre o liberalismo econômico e a social-democracia ou welfare State, sem radicalizarmos entre um e outro polo. No momento em que os dons derivam para se aproximarem dos valores dos saques, temos um estado mínimo, de modo que poderíamos prever uma decadência do Estado em algum momento futuro, se houvessem meios tecnológicos para evitar atividades escusas. Clarificando: não pode existir Estado como nós o conhecemos hoje em dia em uma sociedade em que os dons se igualem aos saques, simplesmente porque seria mais fácil que os que necessitassem de serviços pagassem diretamente por eles, chegaríamos em um capitalismo anárquico.
No entanto, a inferição acima não nos leva à ideia de que os governos deixarão de existir um dia. Em primeiro lugar porque não é possível reduzir os custos administrativos a zero devido às necessidades de mediação em diversos setores aqui apontados como as finalidades primeiras do Estado.
Em segundo lugar, concorrem dois fatores, o de que a maioria das pessoas não têm talento empreendedor, não são previdentes e são perdulárias, o que as leva a sofrerem reveses da sorte. Quando isso ocorre, não é natural que os demais indivíduos permitam a destruição alheia sem nada fazer, a Lei da Selva, por mais justa que seja do ponto de vista natural, não é um valor humano. Assim como a maior parte das pessoas corre para ajudar uma senhora que tropeça e cai na rua, a solidariedade faz parte do comportamento dos homens. Infelizmente, os reveses da sorte e os erros de escolha pessoal levam a derrocadas que precisam ser suportadas por todos os demais, sob o risco de tornar o problema ainda maior. Se um pequeno agricultor imprevidente não tem mecanismos de sobreviver a uma safra ruim, ele fatalmente irá à falência, causando a destruição de todo o seu núcleo familiar e prejudicando a economia da região. Se um trabalhador que vive do seu salário não possuir dotações que o sustentem durante períodos de doença, o problema será ainda maior, fazendo que num momento posterior, a interferência para contornar as suas agruras sejam ainda de monta mais elevada, em um custo que precisa obrigatoriamente ser arcado por toda a sociedade. Assim a atitude de seguir a ideia da frase do juiz da Suprema Corte americana, Louis Brandeis (1856-1941) que interpretou a liberdade prevista na constituição pelo “direito de ser deixado em paz”, corre o risco de acabar decaindo em um aumento dos custos sociais e econômicos.
Considerando o beco criado pelos dois extremos previstos nos pensadores liberais clássicos, podemos considerar que, ainda que existam as tendências para isso, é pouco provável que ocorra um anarquismo de moldes socialistas ou, falando de forma extrema, um anarco-capitalismo, totalmente regulado pelo mercado. O futuro não se caracterizará pela dissolvência total do Estado, mas provavelmente pela minimização dos butins e consequente extinção ou minimização das funções escusas.
Portanto, descartadas tanto as ideias de classe dominante, quanto aquelas que supõem um mercado todo poderoso, podemos visualizar as sociedades humanas por duas formas, a primeira que separa hospedeiros, parasitas e mutualistas, ou pela visão de conflito Pagadores de Impostos x Políticos, patrocinadores e apaniguados x Burotecnocratas. Enquanto aquela nos fornece como principal instrumentalização de análise, a de como reduzir o parasitismo, esta nos informa como equilibrar os conflitos sociais e reduzir as desigualdades.
Para sairmos do beco da modernidade, não podemos mais nos apoiar nas concepções criadas pelos pensadores dos séculos XVIII e XIX, pois ocorreu uma considerável mudança de foco das disputas que ocorrem nas sociedades. O futuro se dará pela resolução desses novos conflitos.
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My site is worth$4,707.3Your website value?
Entrei em um site de avaliações de websites e recebi um valor surpreendente: US$4,707.30. O difícil é encontrar quem queira comprar...
Considerando que tenho sido extremamente relapso com as postagens e mesmo assim recebido uma média de 520 visitas por mês, só tenho a agradecer a todos os leitores pelo carinho e pela fidelidade em de vez em quando marcar ponto por aqui.
Muito obrigado e saudações a todos!
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Para mim, parece que é a única maneira de classificar os países dentro de mesmas categorias: Canadá, Nova Zelândia e Escandinávia se parecem uns com os outros, assim como o Chile com o Uruguai, etc. A honestidade é mais importante do que qualquer estrutura política.
A pergunta que não quer calar é, será que, mesmo com um pouco mais de corrupção, a qualidade de vida nos Estados Unidos, França e Espanha não é melhor do que no Canadá ou Islândia, onde quase ninguém prefere viver? Uma certa liberdade para sair dos limites parece ser desejada e parece ainda que honestidade em excesso vem acompanhada de chatice. Uma coisa que eu já tinha percebido aparece nessa pesquisa também: o legal de se viver nos EUA, por exemplo, é justamente poder pisar na grama e atravessar a rua fora do sinal, isso é, não é um lugar chato de viver: ali não se precisa esperar abrir o sinal de pedestres às duas horas da manhã, sob dez graus negativos, em cada cruzamento da cidade. Essa minha opinião deve ser errada, pois na lista das consideradas 10 melhores cidades para se viver , todas estão nos locais de menor corrupção, mas no meu ponto de vista um pouco de bagunça parece algo conveniente.
O mapa mostra a “sensação” de corrupção. Será que isso não corresponde à realidade? A Argentina pode parecer em uma primeira vista menos corrupta do que o Brasil, mas viajar em uma estrada de interior por lá, significa pagar propina, aqui, um pouco menos (eu, pelo menos, nunca paguei). Parece que sim, por lá a corrupção é realmente um pouco maior, não é mera percepção.
E é essa liberdade de extrapolar limites na vida cotidiana e ao mesmo tempo ter limites no trato da coisa pública que gera riqueza e desenvolvimento, países em que esses dois fatores são combinados, são, para a maior parte das pessoas, considerados melhores de se viver.
Esperemos que um dia cheguemos lá, cá em Pindorama.
Essa ideia de que as repúblicas só são possíveis entre pessas virtuosas já era presente em Montesquieu, mas quando criaram um país, os federalistas americanos, de forma prática, preferiram tomar outro de seus pensamentos, o de criar freios e contrapesos à ambição humana. Penso que com o avanço da tecnologia, a virtude é um valor que pode ser perfeitamente retomado.Como eu repito sempre aqui no blog, tento fazer a minha parte, acho que a solução está nesta discussão: http://dinheiroeletronico.forums-free.com/ .
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Criei um fórum para que as pessoas possam discutir a ideia de um dinheiro eletrônico.
Para acessá-lo, CLIQUE AQUI.
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Dizer-se ateu ou descrente pressupõe a compreensão da palavra “Deus”, assim como dizer que não se acredita em fantasmas ou em extraterrestres, pressupõe que se compreende o que sejam tais aparições.
E como se define Deus, senão como criador e onipotente? Não se define, não se pode definir algo pelas suas características, no entanto crentes e descrentes se utilizam desse conceito abstrato como princípio nas suas discussões.
É muito fácil discutir o impalpável no campo da metafísica, mas e no mundo da concretude das coisas, como é que fica? Como se define ou exemplifica a palavra “matéria”? Possuir massa e ocupar lugar no espaço não são senão as suas características. Não se vê matéria andando por aí, solta. No mundo real, existem corpos, que são porções definidas de matéria, mas de que são formados, se não podemos a definir? E os triângulos, onde estão? Conhecem-se formas triangulares, mas a geometria nos fornece apenas idéias, não realizações palpáveis. Podemos calcular com elas, podemos prever os acontecimentos dessas manifestações, mas elas continuarão pertencendo ao campo do abstrato.
Dentro da ausência de definições e exemplos, podemos ainda nos perguntar se algo é justo. Os juristas muito repetem que justiça não existe, apesar de criarem os ministérios da justiça, os tribunais de justiça e os nomearem oficiais de justiça.
A justiça para a minhoca que é devorada pelo passarinho não é a mesma do passarinho que precisa se alimentar, ponto passivo, mas isso não quer dizer que justiça não se manifeste.
É relativa? Sim. É abstrata? Sim. Existe? Com certeza não, pois ainda não existe aquilo que precisa ser feito a todo momento. No entanto, não é por isso que não ocorre uma idéia de justiça, que está dentro de nós todos a tal ponto de conseguirmos identificar inclusive o seu oposto: as flagrantes injustiças, estas sim, visíveis, palpáveis e mensuráveis.
A justiça está sempre por fazer ou, em alguns raros casos neste mundo cão, já está feita. Ela pertence aos ambientes do futuro ou do passado, portanto inalcançáveis para nossa dimensão humana que viaja sempre no vagão do presente e que é engatado a um comboio que nunca parte e nem nunca chega à estação alguma.
Justiça existe no futuro, sim, mas ela tem um outro nome, esperança. Só sabemos a identificar, falando na plenitude da idéia, quando ela já foi feita e desapareceram as mazelas que a invocaram. Assim sendo, a sua existência se prova justamente pelo seu deixar de existir, pois como algo poderia se tornar passado se nunca tivesse ocorrido? Podemos imaginar que ela continua existindo no exato e fugaz instante que ela se concretiza no mundo das lembranças.
Mas se podemos reconhecer os seus signos e indícios, sem nunca conseguirmos abraçá-la calorosamente, por onde tem andado? Será que vem de uma natureza inconstante, de um Deus, no máximo, compreensível ou de uma matéria que não é possível apalpar? Por que nem o direito da natureza, nem o direito canônico, nem o direito que se pretende objetivo, conseguem chegar a ela por completo?
Porque o direito, assim como a justiça, também pertence ao rol das palavras abstratas. Ele germina naquilo que não existe, naquilo descaracterizado e sem exemplificação.
Assim, portanto, quando os operadores do direito, dizem que sua função não é fazer justiça, mas fazer direito, trocam seis por meia-dúzia. Sua função, ainda que não seja fazer justiça, é deixar a justiça feita.
Sim, é preciso deixar a justiça feita. Sim, Justiça! Aquilo que não se define, não se mostra, não se apresenta no futuro, não ocorre nem aqui e nem agora, mas que todos sabemos o que é, e que desejamos que ela passe a ter sido executada.
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